Os adeptos dos orgasmos pedagógicos que me desculpem, mas uma notícia na tevê me deixou com um nó nas entranhas. Um livro didático distribuído pelo governo de Minas Gerais para alunos do ensino fundamental trazia um texto cheio de palavrões, termos chulos, tabuísmos e tudo mais que o eufemismo tenta aliviar. A justificativa: os personagens precisariam disso para poder criticar uma situação excludente. Confesso: tive de rever a notícia para acreditar. E o pior, o mesmo aconteceu em escolas públicas de outros estados, em obras aprovadas pelas respectivas secretarias de Educação.
O mais bizarro disso, deixando-me boquiaberto, é alguns educadores aprovarem a ideia. Felizmente foi a minoria.
Fonte: Caos e letras
sexta-feira, 4 de março de 2011
Pais querem retirar livro didático com palavrões de escola pública de Minas
O uso de um livro didático com palavrões, reproduzidos de um texto do escritor paulista Ferréz, opõe pais de alunos e a Secretaria da Educação de Minas Gerais.
O livro, distribuído para 15 mil alunos do 8º e 9º ano da rede estadual, contém trechos de "Capão Pecado", obra ambientada em Capão Redondo, na zona sul de SP. O capítulo reproduzido no livro contém termos como "filho da puta", "porra" e "bosta", entre outros.
A Secretaria da Educação afirma que a adoção do livro didático foi aprovada por uma comissão pedagógica e que não vê motivos para retirá-lo de circulação.
Fonte: Jornal da ciência
Livro didático tem imagem de sexo e palavrão
Aluno de 12 anos pegou emprestada publicação de Will Eisner
Uma escola da rede municipal de ensino de Vila Velha (ES) emprestou um livro de história em quadrinhos com cenas de sexo e palavrões como material de apoio para um aluno de 12 anos.
O estudante havia recebido a tarefa de fazer uma redação e procurou a biblioteca da escola de ensino fundamental onde estuda, a Leonel de Moura Brizola, no bairro Santa Rita. Quando chegou em casa, mostrou a publicação para a mãe, que ficou perplexa. O material possui o selo do Ministério da Educação (MEC).
“Comecei a folhear e achei um absurdo ter dentro de uma escola um livro como esse. Estou constrangida e com vergonha que meu filho tenha visto estas imagens", disse a mãe, que pediu para não ser identificada. O HQ trazia cenas de sexo, violência e embriaguez. Também utilizava de linguagem pesada e grosseira e cheia de palavrões.
Fonte: Emsergipe
Uma escola da rede municipal de ensino de Vila Velha (ES) emprestou um livro de história em quadrinhos com cenas de sexo e palavrões como material de apoio para um aluno de 12 anos.
O estudante havia recebido a tarefa de fazer uma redação e procurou a biblioteca da escola de ensino fundamental onde estuda, a Leonel de Moura Brizola, no bairro Santa Rita. Quando chegou em casa, mostrou a publicação para a mãe, que ficou perplexa. O material possui o selo do Ministério da Educação (MEC).
“Comecei a folhear e achei um absurdo ter dentro de uma escola um livro como esse. Estou constrangida e com vergonha que meu filho tenha visto estas imagens", disse a mãe, que pediu para não ser identificada. O HQ trazia cenas de sexo, violência e embriaguez. Também utilizava de linguagem pesada e grosseira e cheia de palavrões.
Fonte: Emsergipe
Alunos da 3ª série recebem livro didático com palavrões e conotação sexual em SP
Na semana passada, alunos da rede estadual de São Paulo receberam um livro com histórias em quadrinhos que continham palavrões e conotação sexual.
O livro "Dez na Área, Um na Banheira e Ninguém no Gol" foi distribuído pela Secretaria Estadual da Educação de São Paulo e era indicado para alunos de nove anos da terceira série do ensino fundamental.
Com 11 histórias em quadrinhos de vários autores sobre futebol, a publicação chamou a atenção de coordenadores pedagógicos por fazer referência à facções criminosas, além de apresentar gravuras que faziam menção à sexo.
Segundo informações do portal G1, a secretaria confirmou a compra dos livros, mas declarou que esse foi apenas um dos mais de 800 títulos comprados. Ao todo, foram distribuídos 1.216 exemplares, número que corresponde à menos de 1% dos livros colocados à disposição das crianças.
Em entrevista, o governador José Serra (PSDB) disse que houve "falha" na escolha, posto que, o material é "inadequado para alunos desta idade". Ele assegurou que já foi determinado o recolhimento da obra. Por fim, acrescentou que foi aberta sindicância que apontará os responsáveis e estes serão punidos.
Fonte: Portal impensa
O livro "Dez na Área, Um na Banheira e Ninguém no Gol" foi distribuído pela Secretaria Estadual da Educação de São Paulo e era indicado para alunos de nove anos da terceira série do ensino fundamental.
Com 11 histórias em quadrinhos de vários autores sobre futebol, a publicação chamou a atenção de coordenadores pedagógicos por fazer referência à facções criminosas, além de apresentar gravuras que faziam menção à sexo.
Segundo informações do portal G1, a secretaria confirmou a compra dos livros, mas declarou que esse foi apenas um dos mais de 800 títulos comprados. Ao todo, foram distribuídos 1.216 exemplares, número que corresponde à menos de 1% dos livros colocados à disposição das crianças.
Em entrevista, o governador José Serra (PSDB) disse que houve "falha" na escolha, posto que, o material é "inadequado para alunos desta idade". Ele assegurou que já foi determinado o recolhimento da obra. Por fim, acrescentou que foi aberta sindicância que apontará os responsáveis e estes serão punidos.
Fonte: Portal impensa
Livro de Lobato pode ser banido por racismo
A obra Caçadas de Pedrinho, clássico de Monteiro Lobato, pode ser proibido das escolas públicas
Edição Gterra
Rio - As aventuras da turma do Sítio do Picapau Amarelo poderão ser banidas das salas de aula. O Conselho Nacional de Educação (CNE) quer proibir nas escolas públicas do País o livro ‘Caçadas de Pedrinho’, um clássico da literatura infantil escrito por Monteiro Lobato. Os 12 conselheiros do órgão acataram por unanimidade denúncia da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial, que considerou a obra racista. Conforme parecer do Conselho, o racismo estaria na abordagem da personagem Tia Nastácia e referências a animais, como urubu e macaco.
Fonte: Portal Gterra
A figura do negro em Monteiro Lobato
Tia Nastácia, negra de estimação que carregou Lúcia em pequena [3] ganha as primeiras atenções: ela desfruta da afetividade da matriarcal família branca para a qual trabalha e, ao mesmo tempo, apesar de suas breves mas muito significativas incursões pela sala e varanda, encontra no espaço da cozinha emblema de seu confinamento e de sua desqualificação social .
Ao longo da obra infantil lobatiana, a exceção ao carinho brincalhão que a cerca vem sempre pela boca da Emília que em momentos de discussão e desentendimento desrespeita a velha cozinheira, como sucede em algumas passagens de Histórias de Tia Nastácia :
Para ler o resto do artigo,clique no link
Ao longo da obra infantil lobatiana, a exceção ao carinho brincalhão que a cerca vem sempre pela boca da Emília que em momentos de discussão e desentendimento desrespeita a velha cozinheira, como sucede em algumas passagens de Histórias de Tia Nastácia :
Pois cá comigo - disse Emília- só aturo estas histórias como estudos da ignorância e burrice do povo. Prazer não sinto nenhum. Não são engraçadas, não têm humorismo. Parecem-me muito grosseiras e até bárbaras - coisa mesmo de negra beiçuda, como Tia Nastácia. Não gosto, não gosto, e não gosto ! [4]
- Bem se vê que é preta e beiçuda ! Não tem a menor filosofia, esta diaba. Sina é o seu nariz, sabe ? Todos os viventes têm o mesmo direito à vida, e para mim matar um carneirinho é crime ainda maior do que matar um homem. Facínora !
- Emília, Emília ! - ralhou Dona Benta.
A boneca botou-lhe a língua (p.132)
Similares má-criações têm servido de munição para leituras que tomam o xingamento como manifestação explícita do racismo de Lobato, questão incômoda, de que os estudiosos do escrito têm de dar conta :
(...) é fora de dúvida que Lobato subscreve preconceitos etnocêntricos e mesmo racistas (...)
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O lado racista do autor do Sítio
Por Pedro Alves
Ano de 2228. Os Estados Unidos passa por um momento histórico: um negro se torna presidente do país pela primeira vez, derrotando um homem e uma mulher brancos. Esse é o contexto de O Presidente Negro, único romance escrito por Monteiro Lobato, e que agora está sendo reeditado pela editora Globo.
O livro foi originalmente publicado em 1926, em forma de folhetim, no diário carioca A Manhã, com o título O Choque das Raças. Só então em 1946 houve a transferência do título.
Até aí, nada de alarmante, não é mesmo? Mas o livro faz uma grande revelação aos amantes da Narizinho, do Pedrinho e de toda trupe do sítio do pica-pau amarelo. O Presidente Negro revela a simpatia do Lobato com a eugenia, teoria racista que pregava a pureza das raças. Sim meu caro, Lobato militava a favor do racismo, não só ele, mas vários outros intelectuais dos anos 20 e 30.
Em Os Sertões, de Euclides da Cunha, também nota-se a presença forte do racismo. No livro, Euclides reforça a idéia ao afirmar que a guerra de Canudos era o resultado de um processo de degeneração do homem: foi dele que emergiu a loucura de Antônio Conselheiro, e foi por causa dele que o fanatismo prosperou.
Fonte: Jornal Três
O presidente negro: síntese do pensamento racista de Monteiro Lobato
Edgar Indalecio Smaniotto
Em O Presidente Negro ou Choque das Raças (Editora Globo, 2008), publicado originalmente em 1926, Monteiro Lobato, neste seu único romance adulto e de ficção científica, constrói uma narrativa que se passa em dois momentos distintos: em 1928 e no ano de 2.228, ou seja, trezentos anos no futuro.
Ayrton, cobrador da empresa Sá, Pato & Cia. sofre um acidente automobilístico na região de Friburgo (Rio de Janeiro) e é resgatado pelo recluso professor Benson, que o leva para sua residência. Ali, ele trava contato com a grande invenção de Benson, o “porviroscópio”, um dispositivo que permite ver o futuro, e com miss Jane, a bela e racional filha do cientista.
Como é de se esperar, Ayrton se apaixona platonicamente por miss Jane, e passa a frequentar a residência do professor Benson, mesmo após a morte do mesmo, que antes de morrer destruiu o “porviroscópio”. Em suas visitas, sempre aos domingos, Ayrton houve o relato de fatos ocorridos no futuro, no ano de 2.228, envolvendo a eleição para presidente dos Estados Unidos. Como assistidos por Miss Jane antes de seu pai destruir o “porviroscópio”.
Neste futuro existem três partidos americanos: o Partido Masculino, o Partido Feminista e o Partido Negro. Tendo em vista a população de então, descontado os menores que não podem votar, cada partido teria respectivamente o seguinte número de eleitores: 51 milhões (PM); 51 milhões (PF); e 54 milhões (PN); uma vez que o Partido Feminista é composto apenas por mulheres brancas. Os negros tem em média pouco mais que um terço dos votos, inviabilizando assim a eleição do representante de seu partido.
Lobato então afirma que a segregação como implantada nos Estados Unidos é a melhor saída para este problema. Aqui Lobato faz um crítica direta ao antropólogo do Museu Nacional do Rio de Janeiro, João Batista de Lacerda, que em um texto publicado em 1911 (Sur les Métis au Brésil / Paris, Imprimerie Devouge) desenvolveu suas idéias sobre o branqueamento futuro da população brasileira, que aconteceria até o início do século XXI.
No romance, entretanto, ele postula uma solução eugênica para o Brasil: no futuro as regiões sul e sudeste se uniram à Argentina e ao Uruguai para formar a grande República Branca do Paraná, enquanto as regiões norte e nordeste foram entregues aos negros, índios e mestiços. Já os americanos, agora com um presidente negro, não se sujeitariam em dividir sua nação ou ferir sua constituição expulsando ao negros para a África, assim neste país a solução foi de outra magnitude.
Inicialmente Lobato invoca um processo artificial de branqueamento, que teria deixado os negros “horrivelmente esbranquiçados”, mas mesmo após a “despigmentação” os negros não poderiam ser aceitos pelos brancos orgulhosos de sua raça e cor diante daquele “esbranquiçado – um pouco desse tom duvidoso das mulatas de hoje que borram a cara de creme e pó de arroz”(como a de Michael Jackson?).
Fonte: Scarium
Livro didático com palavrões e cenas de sexo!
Uma escola da rede municipal de ensino de Vila Velha (ES) emprestou um livro com ilustrações de sexo e com palavrões como material de apoio para um aluno de 12 anos.
O livro trazia cenas de sexo, violência e embriaguez. Também utilizava de linguagem pesada e grosseira e cheia de palavrões. as ilustração são bastante agressivas. Numa cena, por exemplo, um homem bate numa mulher. Em seguida, é a mulher que bate no homem.
A Secretaria de Educação de Vila Velha informou que foi determinada a retirada de todos os exemplares do livro da rede municipal, que serão devolvidos ao ministério.
Fonte: 45 graus
Com a palavra, Monteiro Lobato (sente antes de ler)
Cartas com ideias eugenistas agressivas enviadas por escritor a amigos mostram que associá-lo ao racismo não é tão absurdo
(Publicado na seção LOGO/A Página móvel, que saiu hoja na editoria Rio do Globo)
Arnaldo Bloch
'Que merda é essa?”, dirão muitos, ao lerem os
trechos abaixo, pinçados de cartas de Mon-
teiro Lobato a amigos. Involuntariamente,
estarão citando o nome do bloco que, neste
carnaval, com toda a legitimidade, satiriza o
politicamente correto, vestindo a camiseta de Ziral-
do mostrando o escritor abraçado a uma mulata (em
referência a questionamentos do Conselho Nacional
de Educação e da sociedade civil a passagens de sua
obra). Desautorizar os foliões, como muitos querem,
é uma estupidez. Mas tampouco seria inteligente ig-
norar o pensamento eugenista que Lobato, por cuja
obra temos tanto carinho, disseminou paralelamen-
te à sua ficção (e, para alguns, em caráter subliminar,
em seus livros, como era, confessadamente, sua pró-
pria intenção). Uma horda de pesquisadores hones-
tíssimos diria que, mesmo assim, é uma simplifica-
ção afirmar que Lobato era racista. Afinal, na época,
tais ideias — que contribuíram para a ignomínia na-
zista — eram comuns. “Até Sérgio Buarque de Ho-
landa, num artigo nos idos de 1920, dizia que a mes-
tiçagem só poderia resultar em monstruosidades”,
lembra Nísia Trindade Lima, pesquisadora da Fun-
dação Oswaldo Cruz. Mas não se deve esquecer que,
mesmo comum, esta doutrina não era hegemônica,
nem obrigatória. E que outros homens e mulheres se
insurgiram contra a mesma, na época. Ou seja, a con-
textualização é sempre necessária, mas esta não ex-
tingue o espírito crítico. Na última segunda-feira, por
sinal, Ruy Castro, em entrevista a este jornal, quei-
xou-se da “superficialidade” e da “ignorância” dos
que ora afirmam que Monteiro Lobato era racista.
“Não leram uma linha do que ele escreveu”, senten-
ciou o escritor e jornalista. As linhas abaixo, contu-
do, não podem ser ignoradas, se quisermos aprofun-
dar o debate, que jamais se esgotará nestes arroubos de verdade absoluta, de um lado ou de outro.
*********************************************************
“Mulatada, em suma. (...) País de mestiços onde o branco não tem força para organizar uma Klux-Klan é país perdido para altos destinos. (...) Um dia se fará justiça ao Klux-Klan; (...) Tivéssemos aí uma defesa dessa ordem, que mantém o negro no seu lugar, e estaríamos hoje livres da peste da imprensa carioca — mulatinho fazendo o jogo do galego, e sempre demolidor porque a mestiçagem do negro destroem (sic) a capacidade construtiva.” Em carta a Arthur Neiva, Nova York, 1928
“Os negros da África (...) vingaram-se do português de maneira mais
terrível, amulatando-o e liquefazendo-o,
dando aquela coisa
residual
que vem dos
subúrbios
pela manhã .
(...) Como
consertar essa
gente? Como
sermos gente,
no concerto
dos povos? ” A Godofredo Rangel, 1908.
(Publicado na seção LOGO/A Página móvel, que saiu hoja na editoria Rio do Globo)
Arnaldo Bloch
'Que merda é essa?”, dirão muitos, ao lerem os
trechos abaixo, pinçados de cartas de Mon-
teiro Lobato a amigos. Involuntariamente,
estarão citando o nome do bloco que, neste
carnaval, com toda a legitimidade, satiriza o
politicamente correto, vestindo a camiseta de Ziral-
do mostrando o escritor abraçado a uma mulata (em
referência a questionamentos do Conselho Nacional
de Educação e da sociedade civil a passagens de sua
obra). Desautorizar os foliões, como muitos querem,
é uma estupidez. Mas tampouco seria inteligente ig-
norar o pensamento eugenista que Lobato, por cuja
obra temos tanto carinho, disseminou paralelamen-
te à sua ficção (e, para alguns, em caráter subliminar,
em seus livros, como era, confessadamente, sua pró-
pria intenção). Uma horda de pesquisadores hones-
tíssimos diria que, mesmo assim, é uma simplifica-
ção afirmar que Lobato era racista. Afinal, na época,
tais ideias — que contribuíram para a ignomínia na-
zista — eram comuns. “Até Sérgio Buarque de Ho-
landa, num artigo nos idos de 1920, dizia que a mes-
tiçagem só poderia resultar em monstruosidades”,
lembra Nísia Trindade Lima, pesquisadora da Fun-
dação Oswaldo Cruz. Mas não se deve esquecer que,
mesmo comum, esta doutrina não era hegemônica,
nem obrigatória. E que outros homens e mulheres se
insurgiram contra a mesma, na época. Ou seja, a con-
textualização é sempre necessária, mas esta não ex-
tingue o espírito crítico. Na última segunda-feira, por
sinal, Ruy Castro, em entrevista a este jornal, quei-
xou-se da “superficialidade” e da “ignorância” dos
que ora afirmam que Monteiro Lobato era racista.
“Não leram uma linha do que ele escreveu”, senten-
ciou o escritor e jornalista. As linhas abaixo, contu-
do, não podem ser ignoradas, se quisermos aprofun-
dar o debate, que jamais se esgotará nestes arroubos de verdade absoluta, de um lado ou de outro.
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“Mulatada, em suma. (...) País de mestiços onde o branco não tem força para organizar uma Klux-Klan é país perdido para altos destinos. (...) Um dia se fará justiça ao Klux-Klan; (...) Tivéssemos aí uma defesa dessa ordem, que mantém o negro no seu lugar, e estaríamos hoje livres da peste da imprensa carioca — mulatinho fazendo o jogo do galego, e sempre demolidor porque a mestiçagem do negro destroem (sic) a capacidade construtiva.” Em carta a Arthur Neiva, Nova York, 1928
“Os negros da África (...) vingaram-se do português de maneira mais
terrível, amulatando-o e liquefazendo-o,
dando aquela coisa
residual
que vem dos
subúrbios
pela manhã .
(...) Como
consertar essa
gente? Como
sermos gente,
no concerto
dos povos? ” A Godofredo Rangel, 1908.
“A escrita é um
processo
indireto de fazer
eugenia, e os
processos
indiretos, no
Brasil, ‘work’
muito mais
eficientemente.” A Renato Kehl, 1930
processo
indireto de fazer
eugenia, e os
processos
indiretos, no
Brasil, ‘work’
muito mais
eficientemente.” A Renato Kehl, 1930
“ (...) Precisamos
lançar,
vulgarizar
estas ideias. A
humanidade
precisa de
uma coisa só:
póda. É como
a vinha.” A Renato Kehl, 1930
“Meu romance não encontra editor. (...). Acham-no ofensivo à dignidade americana. (...) Errei vindo cá tão verde. Devia ter vindo no tempo em que eles linchavam os negros.” A Godofredo Rangel, sobre o romance “O presidente negro”
lançar,
vulgarizar
estas ideias. A
humanidade
precisa de
uma coisa só:
póda. É como
a vinha.” A Renato Kehl, 1930
“Meu romance não encontra editor. (...). Acham-no ofensivo à dignidade americana. (...) Errei vindo cá tão verde. Devia ter vindo no tempo em que eles linchavam os negros.” A Godofredo Rangel, sobre o romance “O presidente negro”
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